Danusa Aras https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br Bem-vindo ao mundo de Danusa Aras, uma mente incansável na busca pelos segredos que permeiam o universo! Tue, 03 Mar 2026 02:07:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/cropped-ICONE-2-32x32.jpg Danusa Aras https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br 32 32 Encontro Dimensional 25/07/25 https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2025/08/02/encontro-dimensional-25-07-25/ https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2025/08/02/encontro-dimensional-25-07-25/#respond Sat, 02 Aug 2025 14:54:04 +0000 http://688e24d17ae5e5096a94bcb7 A importância de uma data!


Fui convidada por Danusa Aras, há alguns meses atrás, para participar de um trabalho no sítio de Celso Zymon. Os convidados foram unânimes, em aceitar o dia 25 do mês 7 para selar este encontro, aleatoriamente. Aceitei o convite com muita animação. A data para mim, que exerço tarefas de interpretação numérica, ensinada por um servidor extraterrestre, era bastante especial.


No dia acertado, segui de Santos para Taubaté. De Taubaté seguiria para Guaratinguetá. Marquei com Celso, de nos encontrarmos na rodoviária, mais os planos mudaram. Já estando perto de Aparecida, ele me pediu então que eu descesse na rodoviária desta cidade, uma vez que ele resgataria mais um componente do grupo. Resgatados Leda e Daniel, seguimos para uma cafeteria.


Danusa, Rubih e Adnir, foram nos encontrar no local citado. Rumamos em dois carros para Itamonte. Fiquei preocupada, pois Itamonte fica um tanto distante da cidade onde eu embarcaria de volta para Santos, Taubaté. As passagens já estavam compradas. Mas, deu tudo certo.


Já era noite, quando chegamos na pousada. Fiquei num chalé com a Rubih, e o Daniel, Adnir e Danusa ficaram em outro.


No dia seguinte seguimos da pousada para o Sitio dos Anjos, uma vez que o casal Celso e Nívea, havia nos convidado para juntos desfrutarmos de um belo café da manhã ao ar livre, tendo como companhia, três lindos anjos. Tivemos a oportunidade de compartilhar vários assuntos.


O número da poltrona, marcado em cada passagem antecipadamente comprada era 25, e não fui eu que fiz as escolhas. O 25 ou código 25 eu já sabia a quem pertencia. Pertencia a cidade intraterrena de Ibez, erguida no Roncador, cidade que não está em outra dimensão, pelo contrário, apenas foi criado uma barreira visual com tecnologias que desconhecemos.


Encerrado o café, seguimos a convite de Celso para dentro de uma estrutura geodésica, onde ele iria explicar assuntos pertinentes ao vasto conhecimento que possui.


Terminada a sua exposição, pedi licença para informar a importância do dia 25, já fazendo um link sobre a importância da missão do coronel Fawcett e da importância da estatueta que o acompanhou até o encerramento da sua missão em terras do Roncador no ano de 1925, onde uma lagoa e uma caverna convivem há um longo tempo. A lagoa possui dois batismos, lagoa encantada e sagrada também.

Me antecipei em dizer que o centro intraterreno, já citado, estaria em reunião importante e nós estaríamos a representá-los na superfície.

Celso continuou de frente para o grupo.

Acabei dissertando sobre as escolhas dos nomes convocados. Iniciei por Rubih, que estaria a representar a letra R de Roncador. Rubih trabalha com  apometria e pinturas mediúnicas.

Na sequência  estava Adnir, cujas 3 primeiras letras do seu nome,  formariam a palavra DNA.

Adnir é pesquisador de códigos genéticos nas inscrições de pedras rupestres. Ele estaria a representar cientistas não somente geneticistas, em reunião em Ibez.

A minha direita estava Daniel que é músico e terapeuta de cristais. O seu nome me transportou para o passado bíblico, e consequentemente para o rei Salomão.

Ao lado de Daniel, estava Danusa, que recebeu da amiga Rubih, a imagem de sua mônada segurando um disco solar, tecnologia de Ibez.

Atrás de nós estava Nivea, professora  de dança do ventre e esposa de Celso.

Disse também que o estudo que fiz com os 22 caracteres presentes na estatueta de Ibez, cuja altura é de 25 cm, me demonstrou que Akhenaton, Salomão e um sacerdote da Atlântida de nome Chiquetet Arelich Volamites, cuja somatória das letras é 25, tinham como missão divulgar informações importantes, assim como Pacal Votan, que estaria voltando. Há comprovações destas afirmações? Sim!

Do lado externo da estrutura  geodésica havia uma pirâmide, que me reportou num primeiro momento para o Egito, depois para o México, e para Akakor também, centro trabalhista, gerenciado por representantes de um comando de Órion.

São eles os responsáveis pela guarda da  arca da aliança, aparelho itinerante. Akakor já está na floresta Amazônica do Amapá. É possível provar? Sim! Precisou haver uma mudança de território. Saíram da selva Amazônica do Peru, para a selva Amazônica do Amapá. Importante citar, que não há fronteiras entre territórios intraterrenos, sendo assim, Peru ou Brasil não tem significados para os mesmos.

A letra C de Celso, estaria a representar o sacerdote da escola de Naacal, Chiquitet Arelich Volamites.

Estando já em casa, iniciei a fazer algumas pesquisas.

Converti em números as iniciais dos seguintes nomes: Rubih, Celso e Nivea encontrando 14-2-2, ou 14-22.

 R=14, C=2, N=11=2 ( 14 -22 );

Acabei revendo o que vou lhe mostra agora.

Temos na placa 4 divisões e 22 caracteres.

Fiz uma ligação do 1, de 1ª divisão,  com o 4 de 4ª divisão e juntei ao 22, formando assim, o 1/4-22 obtidos pelas letras R-C-N. Nívea também foi recrutada pelos comandos de Ibez.

A imagem masculina, é de Chiqiuitet em outro tempo.

A reunião acontecida em Ibez, teve como um dos seus importantes propósitos, dissertar sobre o andamento da nova Lemúria.  A intérprete estaria a representar a Lemuria, uma vez que o meu nome começa com a letra L (Leda).

Mas, há uma prova substancial, para confirmar que a data do encontro, foi planejado pelos administradores de Ibez, a serviço dos 9.

Veja a seguir! Reuni as iniciais das palavras  “Sitio dos Anjos”, dando a cada letra seus respectivos valores, presentes numa nova grade numerológica, criada somente para o trabalho de interpretação de códigos. Veja a seguir!

Registrado no local o 1925.

1925, marco da data do desaparecimento do coronel e números presentes no estudo numerológico da palavra Ibez.

O trabalho do dia 25, além de nos comunicar uma reunião importante em Ibez num dia fora do tempo, foi para mim um exercício importantíssimo como intérprete e a confirmação da possibilidade de comandos intraterrenos realizarem um intercâmbio informativo de forma muito criativa e matematicamente comprovado.

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IBEZ – A cidade Z de Fawcett https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2025/07/04/ibez-a-cidade-z-de-fawcett/ https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2025/07/04/ibez-a-cidade-z-de-fawcett/#respond Fri, 04 Jul 2025 18:52:13 +0000 http://68681d4902e2c0b5efea1b6d Ibez é um centro hermético, que abre suas portas quando necessário. Trabalham no silêncio, realizando suas funções, que não são poucas.


Alguns poucos anos antes de1925, Ibez se abriu novamente para realizar tarefas para um público de superfície, direcionadas por um grupo ou comando que receberam o batismo de “Os 9”.


A implantação deste centro hermético para colaborar com a civilização do nosso planeta, remonta desde os primeiros preparativos internos para acolhê-lo no nosso planeta. É o centro funcional mais antigo, administrado por um grupo de seres, subordinados no bom sentido da palavra, a um comando superior Siriano.


A logística para empreender um condomínio, onde se estabeleceriam servidores técnicos e de comunicações, científicos e servidores gerais — para dar operacionalidade ao local, que estaria em comunicação com outros centros criados — exigiu que “os 9” criassem, por meio dos técnicos de frequência, um ambiente adequado.


A tecnologia utilizada não a conhecemos, mas é certo, de que cidades intraterrenas graduadas, se comunicam com os dirigentes de alguns centros internos (estruturas a serviço do planeta), quer através de imagens e falas audíveis, quer através de visitações agendadas.


Criou-se um mistério em Ibez, onde o Roncador continua sendo um dos portais de acesso. Há outras entradas e algumas se fecharam ao longo do tempo.


A Lagoa Sagrada é uma das entradas para este mundo totalmente diferente do nosso. Há no espaço interno do Roncador uma cidade importante chamada de Letha, onde sua diretoria tem acesso a senhas de comunicação com a diretoria de Ibez.


Fiquei sabendo do nome através de informações sobre o sr.Udo Luckener, conhecido como o Hierofante do Roncador, que teve acesso a esta cidade com fronteiras de acesso respeitadas.


Os centros intraterrenos também se atualizam, uma vez que a humanidade passa por processos novos.
A diretoria de Ibez é, em grande parte, formado por Sirianos. Estão a representar, como já citei, o comando oficial, credenciado por uma diretoria superior.


Tanto o Hierofante do Roncador, como o coronel Fawcett, cumpriram atos de uma agenda, advinda deste centro, cito-os como importantes exemplos.


Os Sirianos de Z contam, tanto no seu ministério como no todo da localidade, com funcionários vindos de sistemas estelares.


Como todo ministério, há senhas para transpor a porta principal. As senhas foram criadas, como um meio de avisar da entrada de algum convidado especial aguardado, ou funcionário também.


Ibez e Letha tem algumas coincidências e são inicialmente numerológicas. Ambos os nomes, carregam o mesmo código. Os números para Letha foram somados dígito a dígito.

As contagens foram diferenciadas, uma vez que as palavras também são. Em se tratando de uma comunicação por códigos matemáticos, é preciso que haja outros caminhos para alcançar os objetivos propostos por uma mesa de planejamento e pensadores convocados, para transmitirem recados de um grupo galáctico, conhecido como “Os 9”.

A palavra Sirius, pela aplicação da nova carta numerológica, resultou na contagem  52.  Na nova disciplina, números espelhados são considerados os mesmos, menos para códigos que indiquem quantidades.

Estaria os Sirianos de Z, também administrando a cidade de Letha?

E a estatueta? O modelo masculino estaria a representar algum componente ministerial de Ibez? Ou de Letha?

Em uma das pesquisas que realizo por orientação, fui ver alguns documentários sobre a Atlântida, e acabei conhecendo Chiquitet Arelich Volamites, sacerdote da escola iniciática de Naacal. Depois de anotar o seu nome, acabei fazendo a contagem da quantidade de letras encontrando com o 25 novamente. O sacerdote da escola de iniciados estaria a serviço de Ibez e da Lemuria também, uma vez que no início a Atlântida foi formada por remanescentes lemurianos.

O batismo de Atlântida foi dado numa linha tempo de km de distância do início, e neste tempo distante, a comunidade já havia sido transgredida em sua genética, abrigou seres que dirigiram a suposta civilização para uma comunidade colossal e guiada segundo os propósitos de seus condutores, muitas vezes sem obediência a certos protocolos superiores. Em suma, grande parte da suposta civilização Atlante, não representa a civilização oficial do planeta, cabendo esse título à Lemúria.

A obstinação do coronel Fawcett era de encontrar uma comunidade Atlante no Roncador, a qual ele batizou por indicação superior e sem saber de Z, última letra de Ibez e parada final da expedição; num local onde uma lagoa de nome lagoa sagrada e uma caverna, convivem juntas há muitos e muitos anos.

Lemurianos e um grande grupo de remanescentes Atlantes vivem no mesmo território. Há remanescentes em outras regiões também. Ao tentar achar uma comunidade Atlante, na verdade ele iria encontrar principalmente lemurianos originais.

O sacerdote citado foi por um longo tempo missionário da Atlântida, sendo na verdade de origem lemuriana.

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Discos Solares – Tecnologias cósmicas https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2025/05/13/discos-solares-tecnologias-cosmicas/ https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2025/05/13/discos-solares-tecnologias-cosmicas/#respond Tue, 13 May 2025 15:08:46 +0000 http://68235d2dcc1ea2a7d0fca639 A primeira informação, revelada pelo meu instrutor extraterrestre e inserida no Disco Solar de código 14, criado em 4 de novembro de 1996, eu jamais encontraria sozinha.

Quando se tem um disco matemático em mãos, um dos primeiros atos que nos vem à mente é o de fazer a contagem dos números correspondentes a cada roda imaginária, que também denominei de anéis. São, ao todo, três anéis. Muito tempo depois dessa primeira investigação, a orientação que recebi foi a de distanciar um número do outro — e acabei encontrando diferenças iguais. Fiquei pasma!

Os números 3 foram as diferenças que encontrei quando, num lampejo, percebi que os números da coluna da esquerda, para alcançarem os números da coluna da direita, precisariam de três unidades cada um. Uma atividade mental bem primária.

 Alguém pensou, então, em nos apresentar, nesta primeira abertura, a função de um programa inteligente, batizado de ternário, para compor as mesmas diferenças obtidas pelos resultados de cada roda numerada. Com estes 9 números, e mais duas diferenças, e com algumas simples tarefas matemáticas, os pensadores extraterrestres montaram a data da transição planetária de 2012, e o horário não foi esquecido. Mas, antes de lhe demonstrar, é preciso que você saiba como obtive as duas outras diferenças. Foi assim: 36 para 47 faltam 11 unidades; 47 para 58 faltam 11 unidades. Segue montagens e tarefas externas.

Bem! Diante destes demonstrativos, concluí que os programadores do atual disco solar confirmaram-nos ser a data da transição conhecida por comandos de ponta, e o código de referência do grupo está centralizado entre o 12 e o 21. Falo do comando dos 9 andromedanos. Mas, neste novo método de informar assuntos importantes através da matemática, um código poderá trazer duas revelações. Mas estas dissertações deixarei para um outro momento.

Você me perguntaria como eu tenho tanta certeza de que o novo disco solar tem parentesco com os 13 discos lemurianos, e com a civilização lemuriana. Foi através do disco, e vou lhe demonstrar como.

Primeiramente, é preciso que você não se esqueça de que a ferramenta escolhida para revelar, em palavras selecionadas, códigos importantes — que irei repassando aos poucos — foi a ferramenta numerológica, a servir apenas ao trabalho que executo.

Os itens colaborativos que me levaram a esta constatação são: o raio 9 do disco solar, o programa ternário e o próprio número 14, citado apenas verbalmente. Realizei uma soma, e duas ligações, e inseri o 14; logo após, equiparei-os com a numerologia da palavra “Lemuria”.

As igualdades confirmaram estar o atual disco solar, a serviço da importante civilização lemuriana, que não perdeu a sua posição de ser a única civilização oficializada por cartórios crísticos universais.

A maneira de apresentarem na composição numérica, o contexto numerológico para as letras da palavra Lemuria, foi bastante inteligente. Fazer o link com os 13 discos foi automático.

Você reparou que Mu está presente no centro da palavra Lemuria? Por que será?

O tema disco solar é um assunto que pouco se tem de documentação mas, devo informar  que os 13 discos lemurianos serviram não somente para abrigarem conteúdos instrucionais e educacionais, mas serviram também, quando imantados por fórmulas orais e matemáticas, para realizarem feitos tidos hoje como sobrenaturais.

Outros tempos, outros sacerdotes, outras frequências e outros conhecimentos, onde um dos discos possuía um microssistema imperceptível que produzia efeitos quando necessários e autorizados, transmitidos para o sacerdote chefe. O sacerdote desconhecia esta tecnologia. Os conteúdos, escolhidos a pedido de um grupo extraterrestre para fazerem parte dos ensinamentos da escola sacerdotal, teriam como professores orientadores — e ocultos — participantes de centros intraterrenos, como o de Ibez. O tempo de criação desta escola não me foi revelado.

A comunidade lemuriana que batizei de L¹, onde os 13 discos nasceram, estava ocupando o continente de feições diferentes no passado, que conhecemos como a Antártida.

A geometria maior diz respeito ao espaço interno na Antártida, onde a comunidade extraterrestre se estabeleceu, e continua presente. Temos neste espaço uma megacidade futurista para nós, hangares, construções empresariais. A geometria menor, está a indicar a área ocupada pela comunidade da L¹.

Existiam também a comunidade L² e a comunidade L³, situadas uma na Etiópia e a outra na Índia.

Fatos aconteceram que fizeram com que a comunidade L¹, por determinação do oculto, fosse levada para cidades internas, preservando assim, a genética destes habitantes.

Mas, antes deste êxodo, foi emitido telepaticamente para o sacerdote dirigente de fazer a entrega dos 13 discos para 13 emissários representantes, que eram de 13 centros herméticos. As entregas foram em locais subterrâneos, cuja a entrada era conhecida pelo sacerdote dirigente.

O sacerdote dirigente escolheu então 13 componentes da escola sacerdotal para realizarem as entregas em mãos. Coube ao sacerdote dirigente, a entrega do 1º disco, que ficaria resguardado na comunidade servidora extraterrestre citada, tutelada pelos 9. O 13º disco foi

direcionado para a região do Peru. O 1º disco não entrava para as tarefas educacionais, uma vez que estava a representar “O UM “.

Há que se fazer uma diferenciação entre os 13 discos lemurianos e os 13 discos técnicos com funções controladas pelos cientistas da computação em função em cada centro intraterreno, mostrados pelo canalizador Trigueirinho.

Os discos dos lemurianos estão preservados, e nunca entram em ação vibracional ou de intensidade mutatória de alguma região do planeta.

Estas tarefas, são executadas por cientistas polivalentes da informática tecnológica extraterrestre.

Quando um grupo de pessoas se deslocam para áreas importantes, para reativarem um disco solar, o mesmo está sendo reativado por agentes preparados. Não há possibilidade de nós como seres humanos, efetuarmos tal serviço, mas podemos sim participar do momento

importante e, quando possível, visualizarmos naves no entorno ou a presença de um elo extraterrestre ou intraterreno no local.

Portanto, estes discos técnicos não são considerados discos solares, como se tem definido.

A criação dos 13 discos, foram autorizados pelo “Um”, patrono do universo onde estamos. Foi um legado importante para a humanidade. Não haverá outro que se iguale ao primeiro, feito de uma qualidade de ouro que desconhecemos.

Rotular outros discos técnicos de disco solar, é cometer um grave erro. Há discos que carregam funções emanadas por um mestre ascenso, neste caso, o disco é denominado de servidor geométrico, ou como alguns conceituam de mandala.

Sendo assim, o assunto disco solar, tem muito ainda a compartilhar.

Os 13 discos dos lemurianos e os 13 discos técnicos estão assinados pelo comando dos 9, que habitam setores residenciais batizadas de 13. Mas, nem todo 13 é uma assinatura dos 9.

O código 13, é uma referência importante para o novo tempo, e dá como autorizado pelos mesmos, as criações citadas. O 13 também se encontra no disco solar de código 14, está presente na 3ª roda, a menor, mas não rotule “a menor” por insignificante, pelo contrário. Assina também o disco, o “Um”, presente na roda maior.

O tema disco solar, é parte de uma nova obra, que batizei de “Assuntos

Extraterrestres”.

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Eles previram o futuro! https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2025/04/22/eles-previram-o-futuro/ https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2025/04/22/eles-previram-o-futuro/#respond Tue, 22 Apr 2025 21:28:43 +0000 http://680809556b6532964c7faeea No começo do século XVI, em uma França novamente assolada pela peste negra, nascia em Saint-Rémy-de-Provence aquele que viria a ser o maior vidente de todos: Michel de Nostredame. Astrólogo, médico e curandeiro que trabalhava com ervas medicinais para tentar aplacar os sintomas da peste bubônica responsável por vitimar sua primeira esposa e seus dois filhos, Nostradamus (Nossa Senhora em Latim) ficaria mundialmente famoso por suas controversas profecias. Usando de prosa, rima e muitos jogos de palavras, ele escreveu seus livros, almanaques e quadras proféticas em francês, grego, italiano e provençal.

 Apesar dos acadêmicos e estudiosos de suas obras afirmarem que os conteúdos são vagos, imprecisos e baseados em diversas outras publicações, histórias e relatos anteriores, e de que seus tradutores nunca se basearam nos textos verdadeiramente originais, até hoje são atribuídas a Nostradamus algumas previsões de importantes fatos históricos, como o Grande Incêndio de Londres, a Revolução Francesa, a ascensão dos ditadores Napoleão e Hitler, a destruição nuclear de Hiroshima e Nagasaki, o pouso do homem na Lua e eventos mais recentes, a morte da princesa de Gales e os ataques de 11 de setembro, por exemplo.

 Reza a lenda em torno do oráculo vivo que ele usava astronomia, a bibliomancia, meditação e a visão remota do futuro observando imagens que apareciam refletidas em uma bacia com água.

Seu livro mais célebre e estudado Les Prophétis (As profecias), também traduzido como as Centúrias, traz 942 quadras interpretativas para seus presságios, incluindo uma suposta destruição do nosso planeta, no ano de 3797, por uma chuva de meteoros.

 Antes de entrar na Ufologia, que obviamente é o tema deste artigo, quero só mencionar mais uma vidente que, assim como Nostradamus, ficou muito famosa e virou até tema de programas do History Channel: Vangelia Pandeva Surcheva, mais conhecida como Baba Vanga (Avó Vanga em búlgaro).

 Nascida prematura em 1911, em Estrúmica, região da Macedônia do Norte, fronteira com a Bulgária, Vangelia foi mais uma entre tantas crianças que sofreram com os horrores da primeira Grande Guerra. Seu pai havia sido convocado para o combate, sua mãe morreria logo depois e a menina se viu na pobreza, sendo amparada pela caridade de vizinhos e amigos da família.

 Mas o destino preparou uma mudança em sua vida tão brusca quanto uma tempestade.

Em um certo dia, um tornado que varreu a cidade, atingiu Surcheva, erguendo seu corpo ao céu e arremessando-o para longe. Depois de intensas buscas, a mocinha foi encontrada com seus olhos machucados, cobertos de areia e poeira. Os ferimentos levaram a uma perda progressiva de sua visão. Aos 14 anos, Vanga foi matriculada numa escola para deficientes visuais em Zemun na Sérvia, onde aprendeu a ler em braile, tocar piano e os afazeres domésticos.

 Vanga cuidou dos seus irmãos menores com o falecimento da madrasta, escapou da morte certa após contrair pleurisia e, na época da segunda Guerra Mundial, começou a atrair devotos quando iniciou a manifestação de suas habilidades de cura e adivinhação.

 Baba Vanga fez previsões sobre soldados desaparecidos na guerra, o que teria lhe dado a fama inaugural. É conferida a ela as previsões sobre a dissolução da União Soviética, o desastre de Chernobyl, a data da morte de Joseph Stálin, o naufrágio do submarino Kursk e até a morte da cantora iugoslava Silvana Armenulić que visitou a vidente dois meses antes de enfrentar um acidente fatal de automóvel.

 Tem gente que alega conseguir prever o futuro lendo as cartas, as linhas das mãos, jogando búzios, analisando as marcas da borra de café numa xícara ou olhando dentro de uma bola de cristal. Só que também existem algumas pessoas que alcançaram visões do amanhã, de um jeito bem diferente: pelo contato com EXTRATERRESTRES.

 Eu vou contar para você, caro leitor, quatro rápidos casos (dois ilustres e dois anônimos) de pessoas que vislumbraram algo a frente do seu tempo, porque se envolveram de alguma forma com o, agora chamado assim, fenômeno anômalo não identificado, mesmo que em alguns destes incidentes, os responsáveis pelo fenômeno foram, sim, identificados.

 O primeiro da minha lista, é o caso que de tão curioso, intenso e prolongado, acabou virando um livro, escrito por aquele que viveu a insólita experiência. Estou falando do Artur Berlet e sua obra “Os Discos Voadores da utopia à realidade – narrativa de uma real viagem a outro planeta”.

Numa publicação de 148 páginas, que você pode encontrar facilmente na Internet no formato de arquivo PDF, o gaúcho da região do Sarandi, nos conta como, na noite de 14 de maio de 1958, ao se aproximar de um objeto que emitia luz e parecia com “duas bandejas sobrepostas”, Artur foi atingido por um raio e desmaiou.

 Ao retomar os sentidos, Berlet já estava em uma nave pousada em outro planeta a 62 milhões de quilômetros da Terra, seu nome era Acart. Descendente de europeus, Artur tentou se comunicar com os seres, que se pareciam com humanos de pele bem branca e cabelos cor de palha, tentando idiomas como o português, italiano, espanhol até que ele falou algo em alemão, sendo finalmente compreendido e recebendo como resposta a indagação:

 – Deutsch?

 O ser acartiano que conseguiu o contato verbal se chamava Acorc, explicou que estudava os habitantes da Terra há algum tempo e conhecia um pouco da língua alemã. A partir deste ponto, este extraterrestre seria o guia de Artur pelo planeta Acart, local onde ele ficaria por um total de 11 dias. É aqui que podemos afirmar que o agricultor e tratorista Artur Berlet esteve diante do futuro tecnológico que nós só conheceríamos décadas depois.

 No planeta distante, os seres se comunicavam com pequenos aparelhos portáteis capazes de transmitir som e imagem. Sim, aparelhos celulares que obviamente não existam na realidade do gaúcho, na década de 50. Na residência de Acorc, aquele humano deslocado também viu na parede uma espécie de “quadro” onde apareciam imagens em movimento, um paralelo claro com o que hoje nos conhecemos como as televisões “sem tubo”, de plasma, LCD ou LED.

 E a mais incrível visualização do porvir foi o que Artur viu pela janela da nave, durante seu regresso ao nosso mundo. Berlet avistou um pontinho azul no espaço e quando a espaçonave se aproximou mais, ele logo entendeu que aquela era a Terra e o nosso planeta era mesmo azul!

A humanidade só iria confirmar essa alegação 3 anos mais tarde, quando o primeiro homem seria colocado em órbita, o cosmonauta russo Yuri Gagarin, em 12 de abril de 1961.

 Outro caso que ficou globalmente afamado aconteceu em 15 maio de 1989, quando um homem que se escondia atrás do pseudônimo de Dennis deu uma entrevista para o jornalista americano George Knapp, na época empregado para o canal 8 dos EUA, a KLAS-TV, revelando ali que havia trabalhado dentro da área 51, numa base anexa de código S-4, em um projeto ultrassecreto de engenharia reversa no motor de uma nave alienígena resgatada.

 Além de dar detalhes sobre a nave e seu funcionamento, “Dennis”, que na verdade era Robert Scott Lazar, falou a respeito do combustível do veículo extraterrestre: o elemento 115.

Na década de 80, a nossa ciência nem tinha ouvido falar de nada parecido. Só que Bob Lazar estava dizendo a verdade. O físico que tinha tido o seu currículo acadêmico “apagado” por alguma agência do governo americano, estava contando para todo mundo sobre 9 naves que estavam em poder dos militares e acerca de um elemento químico que só seria oficialmente descoberto 14 depois, em 2003, por um grupo de cientistas russos e norte-americanos.

 Já em 2015, a União Internacional de Química Pura e Aplicada reconheceu oficialmente o elemento 115. No ano seguinte, a mesma IUPAC aprovou o nome e o símbolo Móscovio (Mc) para este elemento sintético, radioativo e superpesado.

 Como Artur e Bob poderiam saber essas coisas, conhecer estas inovações e descobertas antes de toda a raça humana? Eles não viajaram no tempo e nem previram o futuro. Eles apenas viram o futuro tecnológico dos alienígenas, bem diante dos seus olhos.

 Se você chegou até aqui e é realmente um fã de Ufologia, pode ter certeza que vai ter valido a pena, porque vou relatar agora dois casos que certamente você não ouviu, nem viu em lugar nenhum.

 Isso porque eles foram contados para mim diretamente por quem os viveu na pele. Quando eu resolvi pesquisar seriamente os fenômenos anômalos não identificados (na época, eles nem tinham esse nome pomposo), eu fui atrás de pesquisadores sérios e experientes.

 Na ocasião, em 2005, um renomado pesquisador carioca realizava quinzenalmente reuniões no bairro do Humaitá, Rio de Janeiro. Me inscrevi, viajei de ônibus para as terras fluminenses e prestei muita atenção a todas as pessoas que subiram naquele palco, mandando suas incríveis experiências de contato.

 Um destes indivíduos, que eu infelizmente não recordo o nome, era uma senhora com pouco mais de 80 anos apoiando-se numa bengala para seguir firme narrando sua curiosa vida. A octogenária dizia que era filha de um militar da marinha que trabalhava numa embarcação cuja função principal finalidade era pesquisar, registrar e armazenar informações sobre OVNIs e OSNIs, os objetos submersos não identificados. No navio, havia um laboratório com todo tipo de equipamento de filmagem e fotografia para qualquer coisa que fugisse dos padrões normais.

 Em um relato cheio de emoção e veracidade, aquela mulher descreveu o dia em que seu pai brigou com sua mamãe e logo em seguida levou a levou, ainda menina, aos seis anos de idade, para ir à praia do Guarujá. Segundo o que ela nos conta, naquele tempo, o Guarujá não passava de um areal com pouquíssimas casas no local. De mãos dadas com seu pai, aquela criança viu algo se elevar no horizonte, algo descrito como que “o mar se levantando”.

 Não era o mar, mas uma imensa nave-mãe que emergiu das profundezas do Oceano Atlântico, vindo lentamente, sem fazer nenhum ruído, em direção à areia. Da gigantesca estrutura, abriu-se uma porta e do vão dessa passagem surgiu uma pequena escada metálica. Um ser extremamente humano desceu, conversou brevemente com o militar e os três entraram no veículo espacial.

 No interior do objeto, a menina foi colocada numa sala com outras crianças, obviamente, de diferentes nacionalidades. Seu pai ficaria em outro cômodo, conversando com os seres adultos.

 Muitos anos se passaram após esta experiência surreal até que a menina, agora uma mulher feita, ficou grávida de seu primeiro filho. O parto cesariana chamou a atenção do obstetra e ginecologista da família por uma inesperada descoberta no útero da moça. Uma das trompas de falópio, ou tuba uterina, havia sido arrancada de forma grosseira, o que levou o médico a suspeitar de um aborto clandestino.

 Igualmente surpresa ficou a moça com a notícia, porque ela nunca tinha feito qualquer procedimento abortivo. Algum tempo depois, ela acabou descobrindo a Ufologia, os pesquisadores sérios e chegou até um psicólogo especialista em terapia de regressão.

 Bingo! Foi aí que ela entendeu que o seu pai, voluntariamente, a colocou num experimento, entre humanos e extraterrestres (ou seriam intraterrestres?), relacionado à hibridização das espécies. Fazendo as contas, se ela foi abduzida aos 20 anos, estamos falando aproximadamente de 1945. A ciência humana só dominaria totalmente a fertilização “in vitro” (FIV) em 25 de julho de 1978, quando nasceu, na Inglaterra, Louise Joy Brown, o primeiro “bebê de proveta” da história.

 Mais um caso de uma testemunha viva de uma tecnologia do futuro, décadas antes da sua concepção. E para acabar essa coleção de “videntes” involuntários, vou escrever aqui uma das resenhas mais curiosas e, até certo ponto, engraçadas que já me contaram em primeira pessoa.

 Eu estava no meu primeiro grande congresso de Ufologia em Curitiba. O evento durava 4 dias, se chamava 8º Encontro Diálogos com Universo e era promovido pela prestigiosa Revista UFO.

 Para resumir um pouco, em seguida aos numerosos eventos daquele segundo dia de Congresso, eu acabei numa mesa de jantar com alguns palestrantes e convidados. Ao meu lado, sentou-se uma mulher com seus 40 e poucos anos, muito falante e simpática. Em pouco tempo de papo, nós estávamos dividindo nossas experiências pessoais com os ditos “Discos Voadores”. Contei do meu avistamento na infância que foi seguido de um breve contato mental. Eu achei que estava abafando, afinal era um contato de 3º grau.

 Para minha total incredulidade, eu estava diante de uma verdadeira contatada de 5º grau. Sim, ela era uma abduzida. E a sua crônica era algo digno de cinema. A Regina, dela eu me lembro bem o nome, era casada e passava por uma crise no relacionamento. O marido não tinha dúvidas de que era corno, estava sendo traído bem debaixo do seu nariz.

 Durante muitas noites, ele acordava no meio da madrugada e não encontrava sua esposa dormindo ao seu lado. Regina simplesmente “sumia”. Desesperado, revoltado e muito nervoso, o marido se jogava no sofá da sala, de frente para a porta de entrada e, decidido, ficava esperando a adúltera voltar. Invariavelmente, ele pegava no sono e quando acordava, sua esposa estava novamente na cama, dormindo, e sem saber de nada.

 As brigas do casal continuaram por um longo período até que uma amiga da Regina deu uma baita ideia:

 – Por que você não vai a um evento de Ufologia? E se você foi abduzida?!

 A colega não poderia estar mais certa. As duas foram, finalmente, até um evento que ficava em outra cidade e também tinha duração de alguns dias. Logo no primeiro dia de convenção, na sequências das apresentações, as amigas se instalaram em um pequeno quarto de hotel para passar a noite. No meio da madrugada, a parceira da Regina sentiu um calor muito forte, tão intenso que a fez acordar a tempo de presenciar uma forte luz apagar lentamente, ali no quarto. E, junto com a luz, a companheira também desapareceu!

 Sem entender direito o que estava ocorrendo, a amiga saiu correndo procurando por Regina nas dependência do hotel. Sem sucesso na busca, ela decide voltar para o quarto, ajoelhar no chão, se apoiando na cama para começar a rezar pela amiga.

 O mais extraordinário aconteceu: a luz forte voltou, do nada, e apareceu perto da cama da amiga e, “no meio” daquela luminosidade, uma Regina catatônica começou a ser “digitalizada”, pixel por pixel, ou célula por célula, melhor dizendo, bem ali, sentada na cama.

 Quando o processo de “download”, vamos chamar assim, terminou, a Regina estava totalmente paralisada e com seu rosto todo marcado, como uma queimadura provocada por uma longa exposição ao Sol.

 Você consegue imaginar o susto dessa moça que presenciou o funcionamento perfeito de uma tecnologia de teletransporte, bem ao estilo Star Trek?! E essa máquina nós ainda não temos, mas, na verdade, já estamos engatinhando no teletransporte quântico de informação de partículas. Uma hora essa tecnologia vai existir por aqui, não tenho dúvida.

 Bem, no final do caso da Regina, o seu esposo demorou um pouco para acreditar na história da abdução, ficando até desconfiado de que a amiga era a amante e que as duas não foram para congresso de Ufologia nenhum, mas estavam mesmo curtindo o “casinho” numa praia qualquer.

 Já dizia aquele velho físico teórico que gostava de mostrar a língua para um paparazzi:

 “O tempo é relativo!”

 É, em termos de futuro da tecnologia humana, o nosso futuro bem que pode ser o passado remoto de uma civilização que está há milhares de anos-luz à nossa frente.

Fred Sekkel

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Akakor e seus mistérios https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2025/04/19/akakor-e-seus-misterios/ https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2025/04/19/akakor-e-seus-misterios/#respond Sat, 19 Apr 2025 14:39:48 +0000 http://6803af78619787ac70997228 Caro leitor! Hoje iniciarei a falar sobre a cidade portal, batismo dado à cidade  de Alto Paraiso de Goiás, onde residi de 2008 até 2013.

Nesta região, realizei alguns trabalhos muito importantes, que estão documentados em dois livros, que futuramente disponibilizarei para o público interessado.

Sou ufóloga esotérica de longa data. Desde muito jovem, já acreditava em seres extraterrestres ao meu modo, uma vez que notícias sobre o tema na época eram raríssimas e o assunto era considerado tabu.

Aos meus 24 anos, ingressei na umbanda. Mas, também tive uma estadia trabalhista em centros kardecistas. Confesso que na época, pouco lia sobre assuntos tidos como esotéricos.

No ano de 1985 em um sábado pelo anoitecer, fui agraciada com a visão surpreendente de uma nave em formato de charuto parada bem próxima de onde eu estava.

O que puderam me dizer telepaticamente naquele dia, é de que eram cientistas em atividade de pesquisa no nosso planeta. Foi o que me puderam informar naquele momento. Mas, não foi bem assim.

As aparições, que por um bom tempo deram continuidade, me levaram ao despertar de novas perspectivas de realidade, quer através de minhas buscas através de livros, quer através de palestras, quer através de novos amigos ufólogos. Na época, já morava na cidade de Santos e as visitações aéreas, eu as deslumbrava da área de serviço do apartamento.

Um dia fui surpreendida, com a visão de gigantescos anéis luminosos, a trafegarem repetidamente sobre o edifício.

Para meu espanto, fui liberada pelo meu caboclo dos trabalhos que executava na umbanda. Fiquei à deriva e me perguntei: E agora Leda? Mas não obtive resposta!

Passado um bom tempo a ficha caiu. O recado havia sido dado no céu. Meu novo compromisso seria com os extraterrestres, e assim tem sido até então.

Acabei recebendo, de um professor extraterrestre escalado, dados matemáticos para a construção de um disco de cobre. Recebi também, por canalização motora, uma tabela numérica composta por 40 dígitos, sendo que somente os números acima do traço entraram para a base do disco, que foi dividido em 36 partes, nascendo assim o primeiro disco solar decodificado, conectado aos 13 discos lemurianos. Segue imagens do disco criptografado, através de um programa ternário e a tabela completa:

Os ensinamentos advindos do disco, não somente através do programa ternário nele inserido como das medidas de construção, os inseri nos livros a divulgar.

Antes de expor minhas opiniões e pesquisas sobre Akakor, devo adiantar que o assunto renasceu a partir do polêmico Tatunca Nara.

Na década de 70, Tatunca Nara, por obra do oculto, acabou conhecendo o historiador e jornalista Karl Brugger, que veio especialmente ao Acre para conhecer o índio mestiço de aparência estrangeira, que pouco falava alemão e português. Tatunca entregou, oralmente e pela primeira vez, parte da história de Akakor a um oficial de uma companhia aérea, a Suiss air, em um bar restaurante em Manaus, atraindo para o Brasil nada mais nada menos do que Erich Von Daniken e na sequência Karl Brugger,  amigo  de Von Daniken.

Nesta época, Tatunca Nara morava em terras peruanas. Os detalhes desse encontro foram registrados no livro “As crônicas de Akakor”. O autor da obra morreu tragicamente no Rio de Janeiro, e seu livro foi por um bom tempo, proibido de circular no Brasil,

Fui preparada para acessar informações, que somente as letras de palavras selecionadas não me entregariam, então me ensinaram uma linguagem de comunicação numérica, com a qual vocês entrarão em contato miudamente.

Para tal serviço, me encaminharam uma nova tabela numerológica, a servir de ferramenta de apoio para poder desvelar uma matemática informativa de códigos inseridos em palavras selecionadas e que foram sendo comprovados com o tempo de estudos.

A intrigante história de Akakor teve seu início, com a descida dos “deuses” da constelação de Schwerta, há bem mais de 104000 anos atrás. Mas, cabe aqui, uma observação! A contagem de tempo no nosso planeta é imprecisa, uma vez que não temos a data base destes tempos imemoriais. Mas, os galácticos têm e a contagem ou medição do tempo não se constata somente entre o passar dos dias e das noites, ou dos meses, ou dos anos.

Então há diversas variáveis na história da humanidade e, portanto, não há consenso. Sendo assim, a estimativa de 104000 anos poderá ser bem maior ou menor para os seres siderais e haveria, caso tivéssemos acesso ao cronômetro inteligente, uma quebra instantânea de paradigmas para nós, acostumados com calendários.

O livro cita a criação de duas Akakores. A primeira ocupou partes de sua construção em terras peruanas e se estendeu para o subterrâneo de terras brasileiras. Na época sem divisões territoriais. A segunda foi criada sob os Andes Peruanos, mas com o tempo, criou-se alguns de seus prolongamentos em superfície.

Mas, existe a Akakor oficial, administrada por seres de Órion, servidores de comandos de ponta, que acompanharam no oculto as Akakores 1 e 2.

A palavra Akakor emana informações importantes, quando desmembramos as suas 6 letras. Detalhe: os “deuses” que ergueram a primeira Akakor, tinham 6 dedos.

A      K     A    K

 O                    R

Podemos formar, através dos desligamentos das letras, a palavra arka duas vezes. As letras O-R, dizem respeito as iniciais de Órion. De acordo com a bíblia, a arca esteve em Betel. E a própria Betel seria a Amazônia.

Arka significa, neste contexto, espaço para a guarda de arquivos e de protótipos, como o da criação da arca da aliança, a servir um contingente de comandos em serviço crístico que nada tem a ver com religião. A arca da aliança continua sendo uma criação com finalidades múltiplas e itinerantes, por conta disso é um artefato tão preservado.

Uma pesquisa realizada com satélites, há mais ou menos dois anos atrás, identificou no território amazônico do Amapá uma pirâmide. Havia nas imagens pontos brilhantes e sem definições de origem.

Mas, como especuladora e investigadora servidora, me ative a admirar três pontos alinhados, e os comparei ao alinhamento de Órion e as pirâmides de Gizé.

Conclui posteriormente, que o comando de Órion me havia dado um recado da localização, de uma das entradas para o mundo subterrâneo da nova Akakor, uma vez que as cidades passaram por reformulações.

Interessante dizer que as duas Akakores, foram construídas por seres que vieram da constelação Schwerta, formada por 13 estrelas. Talvez por isso, o símbolo de Akakor contenha 13 raios.

O 13, na nova disciplina que convivo, é um código importantíssimo.

Tatunca Nara dizia ser filho de Sinkaia, o último regente da segunda Akakor, e que a sua mãe era Reinha, uma freira alemã.

Segundo relatos jornalísticos, Tatunca Nara era de descendência alemã, tinha esposa e filhos, e numa separação judicial fugiu para o Peru.

Acabou sendo acusado de impostor, e o casal citado não poderiam ser seus pais biológicos.

Mas, existe uma fonte emanada do oculto que demostra que Reinha e Sinkaia foram um dia seus pais ancestrais. Observe a sequência alfabética construída com os três nomes: Reinha – Sinkaia – Tatunca

De forma bastante simples, o oculto confirmou os parentescos no passado.

Tatunca Nara teria atendido a um chamado?

As Akakores também estavam sobre a supervisão do centro intraterreno de Ibez, presente no Roncador. Sabemos disso ao caucularmos a equivalência numérica dos personagens de Akakor juntamente com a palavra Órion.

 I     B     E     ZReinha    Sinkaia   Tatunca  Òrion
 3    1     2    19 =25    6            7              7             5
 Contagem das letras=25

No livro “As crônicas de Akakor” não foi citado a implantação, por cientistas da comunicação extraterrestre, de um gerador de ondas gravitacionais a possibilitarem uma conexão rápida com a estrela Betelgeuse e vice-versa.

O gerador emitia som e luz, não detectados por ouvidos humanos, e sustentava uma via expressa rápida e sinalizada para viajantes siderais em visitação protocolada aqui na Terra.

Uma destas engenhosas criações foi implantada no local onde os “deuses” ergueram a primeira Akakor, a não oficial.

A expansão funcional desta criação compreendia parte das terras brasileiras também.

Temos esta engenhosa criação, localizada na Amazônia do Amapá, agora sob controle dos astrônomos e astrofísicos das Plêiades.  As provas já constam em um dos meus livros.

Tanto o código 25 como o código 13 ou seu inverso, são deveras importantes. O 25 como foi demonstrado, se encontra inserido na palavra Ibez.  Fazendo o estudo para a palavra Sirius, encontrei com o inverso do 25. Concluí que representantes de comandos sirianos coordenam os trabalhos desenvolvidos na cidade intraterrena de Ibez.

O código 13 ou 31 pertence as áreas residenciais dos inúmeros comandos de ordem 9. Costuma-se dizer que o universo é matemático. Com certeza é!

Encerro por aqui este artigo, que somente uma introdução, do vasto conhecimento que revelarei em breve.

Leda Hofmeister

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Dimensões: A Fronteira pra Ufologia Espiritual https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2025/04/11/dimensoes-a-fronteira-pra-ufologia-espiritual/ https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2025/04/11/dimensoes-a-fronteira-pra-ufologia-espiritual/#respond Fri, 11 Apr 2025 15:02:11 +0000 http://67f92d01cbbe0c39b838342b E se o que chamamos de espiritualidade for apenas um nome que damos a tudo aquilo que ainda não conseguimos explicar?

Não é raro nos depararmos com debates acalorados entre os defensores a ufologia casuística e os arautos da ufologia espiritualista. Talvez a chave para esse embate esteja na compreensão de certos conceitos da física, até então pouco explorados pelo público geral.

A Teoria da Relatividade de Einstein é, infelizmente, abordada de forma breve e superficial nas grades curriculares do Brasil e do mundo, o que impacta diretamente nossa percepção da realidade. Vejamos por quê.

Enquanto Newton classificou a gravidade como uma força invisível de aceleração, cuja origem não era plenamente compreendida, Einstein aprofundou a questão e demonstrou que a gravidade surge da curvatura do espaço-tempo causada pela presença de grandes massas como planetas e estrelas. Essa mudança de paradigma trouxe implicações muito mais profundas do que a visão newtoniana, que ainda predomina no senso comum, mesmo com o avanço da ciência.

Compreender os conceitos abordados por Einstein é um pré-requisito fundamental para entender o fenômeno ufológico. Caso contrário, estaremos anos luz atrasados em relação aos nossos visitantes estelares. Se esses seres são capazes de viajar distâncias exorbitantes no universo em curtos períodos de tempo, certamente descobriram um meio de manipular a gravidade e, consequentemente, distorcer o tecido do espaço-tempo.

Para que você, caro leitor, compreenda melhor os conceitos abordados neste artigo, farei uma breve explanação sobre as dimensões que os seres humanos são capazes de perceber e suas implicações práticas.

O ser humano comum percebe quatro dimensões: três espaciais (altura, largura e profundidade) e uma temporal, sendo essa o próprio tempo. Durante muito tempo, acreditava-se que percebíamos apenas três — ou seja, o espaço — até que Einstein demonstrou que o tempo é uma quarta dimensão inseparável das demais. Sem essa quarta dimensão, o movimento não existiria, e tudo estaria congelado em um único instante.

O tesserato, ou hipercubo, é a melhor representação gráfica do que seria na prática a quarta dimensão. Trata-se de um objeto tridimensional (3D) que se desloca em uma quarta dimensão (4D), ou seja, um cubo em constante movimento.

Einstein também demonstrou que as quatro dimensões estão “costuradas” formando a malha do tecido do espaço tempo, o que torna impossível alterar o espaço sem afetar o tempo, e vice-versa. Essa compreensão é essencial para explicar casos ufológicos em que abduzidos relatam terem passado longos períodos no espaço, enquanto na Terra transcorreram apenas minutos ou horas e vice-versa. Esse fenômeno é amplamente abordado no meu livro Operação Gênesis onde o leitor compreende na prática as implicações temporais que envolvem as viagens pelo cosmos.

 

Casos ufológicos de distorção temporal

Em 25 de abril de 1977, próximo a cidade de Pampa Lluscuma, no Chile, o cabo Armando Valdés e um grupo de soldados estavam em vigília quando uma luz intensa apareceu no céu.

Valdés se aproximou da luz e desapareceu por cerca de 15 minutos (segundo os soldados). Quando reapareceu, estava desorientado, murmurando frases estranhas e, surpreendentemente, com a barba mais crescida, como se tivesse passado muito mais tempo fora.

Seu relógio estava parado às 4h30, e a data no calendário do relógio mostrava 30 de abril, ou seja, cinco dias no futuro.

Outro caso emblemático em distorção temporal é o de Travis Walton, ocorrido em 1975. Travis foi abduzido no dia 5 de novembro, quando trabalhava com um grupo de lenhadores no Arizona. Após avistar um OVNI, ele foi atingido por um feixe de luz e desapareceu. Seus colegas, em pânico, fugiram, mas quando voltaram ao local, ele já não estava mais lá. Durante cinco dias, Travis esteve desaparecido, mas quando foi encontrado, estava desorientado e acreditava que tinha estado ausente por apenas algumas horas.

Dentro da suposta nave, sua percepção do tempo foi fragmentada. Ele se lembrava de acordar em um ambiente metálico, rodeado por seres humanoides de aparência estranha. Em determinado momento, após tentar resistir, perdeu a consciência e despertou novamente em um local diferente, onde encontrou seres de aparência humana. Para ele, os eventos pareciam não seguir uma sequência linear, e a noção do tempo dentro da nave era confusa.

Além da discrepância entre sua percepção e o tempo real que passou desaparecido, havia evidências físicas que indicavam alguma forma de distorção temporal. Quando foi encontrado, Travis tinha barba, apesar de sentir que não havia ficado tanto tempo ausente. Além disso, exames médicos indicaram que ele não mostrava sinais de desnutrição, algo anormal para alguém que, em teoria, não havia se alimentado por cinco dias. O exame de urina não detectou a presença de cetonas, substâncias que se acumulam no corpo quando a pessoa passa longos períodos sem se alimentar. Isso sugeria que, de alguma forma, seu metabolismo não havia entrado em estado de jejum, o que seria biologicamente impossível caso ele estivesse na Terra sem ingerir alimentos.

Pesquisadores sugerem que a passagem do tempo pode ter sido manipulada dentro da nave, seja por uma tecnologia avançada ou por algum tipo de efeito psicológico causado pela experiência. Outra possibilidade é que ele tenha sido colocado em um estado de suspensão no qual seu corpo não processava o tempo da mesma forma que normalmente faria. Algumas teorias ufológicas vão além e especulam que o ambiente dentro das naves pode operar em uma frequência temporal diferente, o que explicaria a sensação de distorção e os efeitos físicos observados em Travis.

 

Hibridização e gestações repentinas

Não posso deixar de mencionar os casos de inseminação ocorridas no ambiente de naves espaciais.

O que durante muito tempo me intrigou foi a forma como os fetos manipulados em contextos de abdução eram removidos tão prematuramente.

Muitos pesquisadores alegavam a possibilidade da gestação continuar em um meio não orgânico, como uma incubadora. Mas e se na verdade o que ocorre é um transporte da mulher inseminada a um local cujo tempo passa de forma acelerada? Nesse cenário a mulher seria submetida a uma aceleração temporal artificial enquanto na Terra poucas horas teriam se passado.

 

Se percebemos quatro dimensões, isso significa que só existem quatro?

A resposta é não. As dimensões existem independentemente da percepção humana. O próprio Carl Sagan ilustrou isso no episódio “O Limiar da Eternidade”, da série Cosmos, ao demonstrar como um ser bidimensional de “Planolândia” só perceberia duas dimensões, mesmo estando inserido em uma realidade tridimensional. Aplicando esse conceito à nossa existência, é razoável supor que estamos imersos em pelo menos uma dimensão adicional, a quinta dimensão.

O interessante é que a quinta dimensão está longe de ser um conceito meramente místico, embora largamente apropriado por certas religiosas, trata-se de um conceito já previsto pela física quântica dentro da Teoria das cordas que prevê a existência de pelo menos 11 dimensões, permeando o conceito do multiverso e universos paralelos.

Embora a ciência preveja essa possibilidade, devemos tem prudência e bom senso ao explorar essa senda. Não é raro vermos supostos “extraterrestres” encarnados na Terra que alegam terem vindo da 18ª dimensão e a pergunta que me vem é:

“Por favor! Me explique as dimensões que vêm após a 11ª, pois isso vale um Prêmio Nobel”.

 

A Quinta Dimensão: O Próximo Território a Ser Desbravado

Se os seres que nos visitam possuem tecnologia capaz de percorrer grandes distâncias espaciais em curtos períodos, é plausível que tenham dominado o funcionamento das dimensões. Uma civilização que tenha explorado e compreendido completamente as quatro dimensões perceptíveis certamente se voltaria para o estudo do que está além delas, ou seja, a quinta dimensão.

É aqui que surge a hipótese interdimensional: a ideia de que alguns dos fenômenos ufológicos podem ser explicados pela interação desses seres com dimensões além das quatro conhecidas.

A física quântica já explora o que poderíamos chamar de “ciência do invisível”. Um exemplo disso é o Bóson de Higgs, uma partícula fundamental na criação da matéria, cuja existência foi confirmada apenas indiretamente, pois ela mesma não pode ser observada na fisicalidade. Da mesma forma, dimensões superiores podem existir e influenciar nossa realidade sem que sejamos capazes de percebê-las diretamente.

O filme Interestelar, de Christopher Nolan, ilustrou esse conceito ao mostrar um astronauta entrando em um buraco negro e conseguindo interagir com o passado de sua filha através de uma quinta dimensão, sendo percebido por ela como um “fantasma”. Isso é um paralelo com os relatos de seres interdimensionais que, ao operarem além da quarta dimensão, podem ser interpretados como manifestações espirituais ou sobrenaturais.

Infelizmente a ciência tem um histórico de rotular como “sobrenatural” ou “espiritual” aquilo que ainda não pode explicar e é aqui que surge o “pré-conceito” acerca do tema.

O próprio David Grusch, ex-integrante da inteligência dos Estados Unidos e uma das principais vozes a denunciar o acobertamento de fenômenos anômalos não identificados (UAPs) no Congresso americano, mencionou durante a hipótese interdimensional como uma possível explicação para esses eventos.

Se não compreendermos esse aspecto interdimensional, corremos o risco de continuar presos a paradigmas ultrapassados e de interpretar essas inteligências avançadas como “deuses” — exatamente como ocorreu no passado.

 

A Falácia dos Céticos Mal-Informados

Infelizmente existem certos “movimentos” dentro da ufologia brasileira que tentam fazer aposição a todo tipo de abordagem que vai além da visão newtoniana da realidade. Alguns de seus idealizadores, claramente não compreendem conceitos básicos de física e tentam desqualificar ufólogos que ousam transpassar as barreiras dimensionais ao rotulá-los como “místicos”. Essa abordagem evidencia uma limitação intelectual considerável, pois rejeita hipóteses simplesmente por não se encaixarem em uma visão reducionista e ultrapassada da realidade.

A ufologia está em constante evolução, e compreender a hipótese interdimensional pode ser a chave para resolver muitos dos enigmas que nos intrigam há séculos. Se fecharmos os olhos para essa possibilidade, permaneceremos estagnados em um ciclo de ceticismo dogmático e explicações insatisfatórias.

O fenômeno ufológico não deve ser analisado apenas sob a ótica da tecnologia ou da astrobiologia, mas também à luz das leis fundamentais da física — incluindo aquelas que ainda estamos apenas começando a desvendar.

Além disso a percepção da hipótese dimensional deve ser considerada com cautela, sempre cientes de que aquilo que não podemos explicar é simplesmente uma tecnologia que não dominamos, do contrário cairemos no campo da religiosidade dogmática que tenta taxar tudo aquilo que não é humano como demoníaco.

Ao nos depararmos com estudos ufológicos que tentam categorizar seres alienígenas como sobrenaturais ou demoníacos, devemos refletir sobre o propósito por trás dessas alegações. No século 21, é mais razoável buscar respostas para esses fenômenos dentro dos avanços científicos do que simplesmente rotulá-los como “demônios”. Essa abordagem reforça uma visão reducionista e limitada da realidade, semelhante à dos antigos, mas com a diferença de que, hoje, contamos com um conhecimento muito mais profundo e ferramentas científicas à nossa disposição. Categorizar o fenômeno como sobrenatural é, na verdade, um atestado de falta de entendimento. A ciência existe justamente para que possamos compreender o mundo ao nosso redor.

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Igigis – Os anjos caídos https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2024/05/26/igigis-os-anjos-caidos/ https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2024/05/26/igigis-os-anjos-caidos/#respond Sun, 26 May 2024 19:55:29 +0000 http://665391100ee7cd4da71ee6e7 Existe uma estranha semelhança entre os anjos caídos da bíblia e os deuses menores da Suméria, os chamados de igigis, que seriam os primeiros servidores dos anunnaki aqui na Terra.

Assim como “Azazel” descrito no Livro de Enoque, os igigis também se rebelarem contra seus senhores. Isso porque não concordavam com o trabalho braçal a que eram sujeitos, o que teria impulsionado a criação de uma raça escrava na Terra pelos anunnaki.

Outro fato interessante é que não se tem registro de igigis do sexo feminino nos relatos sumérios, já na Bíblia, os anjos são tidos como seres assexuados. No entanto, veremos posteriormente os anjos caídos tomarem para si esposas da Terra, testemunhos estes descritos não só nas mitologias suméria e grega, esta com suas vastas histórias de semideuses, como também na Bíblia no livro de Gênesis:

“Viram os filhos de deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram (…) havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos”.

E quem seriam os filhos dos “deuses” senão os igigis mencionados pelos sumérios?

Outra coincidência é que os igigis tinham uma hierarquia muito parecida a dos anjos, sendo que uma parte deles ficavam nos céus, próximos ao reino do deus celestial Anu e outra parte ficava mais próxima aos homens, entre a Terra e uma possível estação espacial utilizada pelos anunnaki.

Para quem não sabe, a hierarquia angelical é medida de acordo com a proximidade dos anjos com o trono de Deus, indo de serafins aos anjos. Entre os igigis não era diferente, afinal

o trabalho mais árduo ficava para os que atuavam diretamente na Terra, sendo justamente esses os que se rebelaram contra os anunnaki.

Quanto a origem dos igigis, embora não haja uma explicação acerca disso nos relatos sumérios, o meu palpite é de que eles foram criados ou recrutados pelos anunnaki, já que uma civilização avançada não encontraria mão de obra braçal em sua sociedade plenamente desenvolvida. Isso também vai ao encontro do relato bíblico de que Deus criou os anjos antes do homem.

A conexão entre os textos bíblicos e judaicos e os relatos sumérios é imensa. Um olhar histórico sobre essas fontes poderia elucidar muita coisa sobre o passado impreciso da humanidade. No entanto, interesses escusos podem preferir manter o status quo e todo levantamento nesse sentido pode cair, invariavelmente, no campo da mitificação.  

Qual a sua opinião sobre tudo isso? Você acha possível que os igigis retratados na mitologia suméria sejam os anjos da Bíblia? No meu livro Operação Gênesis a história dos igigis é relatada por um dos personagens, adquira já seu exemplar!

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Eclipse: A batalha de Rá e Apófis no céu! https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2024/05/26/eclipse-a-batalha-de-ra-e-apofis-no-ceu/ https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2024/05/26/eclipse-a-batalha-de-ra-e-apofis-no-ceu/#respond Sun, 26 May 2024 19:42:53 +0000 http://66538eefbf6f1a8e6c43fe4d No Egito Antigo um simples eclipse era capaz de causar pânico em toda a população, isso porque eles acreditavam que o evento tratava-se de uma batalha no céu entre o deus Rá e Apófis, a serpente do caos.

Para compreender isso melhor explicarei como os egípcios compreendiam o movimento da nossa estrela, o Sol. Para eles o barco solar de Rá navegava pelo horizonte trazendo luz para o dia e escuridão quando adentrava o submundo, território de seu inimigo Apófis. A serpente, por sua vez, ficava sempre à espreita de Rá no intuito de devorá-lo para assim jogar o mundo nas trevas eternas.

Para sorte dos egípcios, Rá saia vitorioso na maioria das vezes, exceto nos dias de eclipse, nos quais Apófis abocanhava o barco solar de Rá transformando repentinamente o dia em noite.

Vale lembrar que qualquer tempo fechado já era motivo de apreensão para os egípcios que oravam diariamente pela vitória de Rá sobre Apófis, além de se reunirem em templos onde faziam imagens da serpente em cera e as mutilavam.

Já os sacerdotes realizavam rituais anuais para combater a serpente Apófis. Num desses rituais uma representação do animal era amaldiçoada, esfaqueada e queimada.

E porque Apófis desejava tanto combater o deus solar e propagar as trevas?

A mitologia egípcia falava de um mundo anterior a sua criação, onde existia apenas a unicidade em uma vastidão de água e escuridão, como o ventre de uma mulher.

Após a criação manifestou-se a luz, as individualidades e a dualidade; opostos como água e terra, luz e escuridão, masculino e feminino, bom e mau, não existiam até então. Para Apófis a dualidade não era nada bom e por conta disso ele preferia que tudo retornasse ao seu estado anterior.

Preocupados com suas próprias individualidades, os egípcios rejeitavam a ideia da unicidade, e por conta disso temiam tanto Apófis e suas investidas.

O interessante é como esse mito vai ao encontro da Teoria do Big Bang, conforme os cientistas, antes do evento toda a energia do universo estava condensada em um único ponto, a unicidade tão buscada por Apófis.

Na Teosofia encontramos algo parecido, o conceito do Uno Absoluto, o universo primordial que se manifestou na dualidade de Espírito e Matéria.

No entanto, não posso deixar de considerar que o próprio sábio egípcio Hermes Trismegisto, contemporâneo da época, possa ter exercido influência nesse mito uma vez que uma das suas 7 leis herméticas versava sobre a dualidade do universo.

Ainda assim, é impressionante como uma simples lenda possa ter raízes muito mais complexas do que se parece, envolvendo conceitos muito avançados para a época.

E você que você achou dessa história? Deixe seu comentário aqui embaixo.

No meu curso Chaves de Maya eu explico os paralelos entra os principais mitos e a história verdadeira da humanidade!

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Nêmesis : A estrela gêmea do Sol https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2024/05/26/nemesis-a-estrela-gemea-do-sol/ https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2024/05/26/nemesis-a-estrela-gemea-do-sol/#respond Sun, 26 May 2024 19:34:40 +0000 http://66538d653fb6e35517172dad Você já ouviu falar na possibilidade do nosso sol possuir uma estrela companheira? E que essa outra estrela seria a responsável pelas catástrofes periódicas ocorridas em nosso planeta, como a que dizimou os dinossauros?

A teoria surgiu em 1984 quando um grupo de paleontólogos identificaram que extinções em massa ocorriam no planeta a cada 26 milhões de anos.

Embalado por essa descoberta um grupo de cientistas liderados pelo físico Richard Muller

publicaram na revista Nature uma tese que explicava tais eventos cíclicos. Conforme o grupo, uma segunda estrela poderia estar ocasionando tais eventos toda vez que sua órbita, altamente elíptica, se aproximava da região periférica do sistema solar.

Nêmesis foi o nome dado a esta hipotética estrela. Mas como é possível que ela ainda não tenha sido detectada pelos telescópios espaciais?

A resposta para isto estaria no fato de que Nêmesis seria uma anã marrom sendo, portanto, mais difícil de ser detectada, já que anãs marrons são escuras, não emitindo muita luz.

Embora muitos cientistas não concordem com a teoria de Nêmesis, astrônomos de Harvard propuseram recentemente que o Sol teve sim uma estrela companheira no seu nascimento.

Isso porque estrelas com a característica do nosso sol em sua quase totalidade nascem com companheiros binários.

Além disso, uma formação originalmente binária explicaria a formação da nuvem de Ort, um aglomerado de cometas ao redor do sistema solar. Já que uma estrela individual dificilmente conseguiria captar a quantidade de corpos presentes em nosso sistema.

Há ainda outro fato que intriga os astrônomos que é a órbita incomum de Plutão, um corpo celeste ainda desconhecido poderia justificar tal fenômeno.

E onde estaria Nêmesis se não nos arredores do sistema solar, como defendido por Richard Muller?

De acordo com as recentes teorias, a estrela gêmea do Sol teria sido atraída ao centro gravitacional da Via Láctea há milhões de anos.

E se Nêmesis fosse de fato uma ameaça comprovada? Iriam os astrônomos revelar tal descoberta à humanidade? Como ficariam as estruturas sociais em posse de tal informação?

Você acha possível que o nosso sol tenha uma estrela gêmea? Deixe sua opinião aqui nos comentários!

No meu livro Operação Gênesis a aproximação de Nêmesis gera perturbações e mudanças de paradigmas no planeta Terra. Estaríamos próximos disso?

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Anunnaki, um assunto em moda! https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2024/05/26/anunnaki-um-assunto-em-moda/ https://danusa.melhorplanodesaudedoms.com.br/2024/05/26/anunnaki-um-assunto-em-moda/#respond Sun, 26 May 2024 19:27:47 +0000 http://665388ecb64c74048ff41b32 Atualmente o tema “anunnaki” está entre os tópicos mais abordados nas redes sociais e podcasts conduzidos por supostos especialistas, fazendo com que teorias equivocadas disseminadas por Zecharia Sitchin ganhem novamente os holofotes.

Antes de começar a abordar este polêmico assunto é importante traçarmos uma pequena cronologia da redescoberta da Suméria.

Durante muito tempo o Egito foi tido como a primeira civilização da Terra. Porém, isso mudou no ano de 1835, com a descoberta, pelo soldado britânico Henry Rawllison, de uma inscrição cuneiforme do rei persa Dario I na cidade iraniana de Behistun. Tratava-se de uma estela em três idiomas: persa antigo, elamita e babilônico, que permitiu finalmente decifrar a escrita cuneiforme da Mesopotâmia. A partir desse ponto, os cuneiformes sumérios passaram a ser tratados como inscrição linguística e não meros adornos, como se imaginava até então.

É importante entender que a presença de um sistema de escrita é considerada um critério para rotular uma sociedade como uma civilização e foi a partir desse sucesso empreendido por Henry Rawlisson, de decodificar a escrita cuneiforme, que a Suméria ganhou o patamar de primeira civilização da Terra.

No ano de 1849, o arqueólogo Austin Layard revolucionou a história da Suméria ao descobrir as ruínas da biblioteca do rei assírio Assurbanipal, onde jaziam cerca de 26 mil tábuas de argila contendo numerosos textos, desde tratados mercantis até a obra literária mais antiga da humanidade: o Épico de Gilgamesh.

Anos mais tarde, George Smith, um autodidata contratado do Museu Britânico começa a traduzir esses textos. Vindo a fazer uma apresentação histórica aos especialistas da Sociedade de Arqueologia Bíblica de Londres em 03 de dezembro de 1872 ao ler um poema que descrevia um dilúvio e como os deuses, no plural, enviaram uma inundação para destruir o planeta. Somente um homem, chamado Utnapishtim, foi avisado da iminência da catástrofe e foi orientado a construir um barco gigante para nele abrigar sua família. Utnapishtim, o herói do dilúvio que mais tarde se tornou um imortal pelos deuses como recompensa, era, portanto, o equivalente mesopotâmico do Noé bíblico.

A descoberta de George Smith causou um reboliço, não apenas para os acadêmicos, mas também para o público em geral. O texto gravado em uma placa de argila quebrada e escrito em cuneiforme era quase mil anos anterior ao primeiro livro da Bíblia, o Gênesis.

Pode-se avaliar a surpresa dessa revelação se lembrarmos que, até metade do século 19, a Bíblia era tida como o mais antigo texto conhecido e a própria criação do mundo, segundo se calculava no século 18, remontaria a não mais de 4.000 anos. O impacto da descoberta de Smith desafiou a sociedade da época e ajudou a redefinir crenças sobre a própria idade da Terra.

Esse trabalho de Smith foi realizado no que hoje é chamado Tablet Flood, um dos registros mais procurados no Museu Britânico, localizado na área destinada aos artefatos do Oriente Próximo. O texto que narra a inundação, faz parte de um dos episódios da “Epopeia de Gilgamesh”, que conta os feitos de Gilgamesh, um personagem envolto em lendas e descendente do próprio Utnapshtim, ou Noé.

Nas décadas seguintes o professor assiriólogo Samuel N. Kramer, tornar-se uma das mais importantes figuras do mundo dos estudos da Antiguidade Suméria. Assim que ingressa ao Departamento de Estudos Orientais da Universidade da Pensilvânia, ele inicia a sua longa carreira, trabalhando na decifração do sistema de escrita cuneiforme.

Em 1929 Kramer obtêm seu doutoramento e viaja o mundo para decifrar as placas com escrita cuneiforme espalhadas nos acervos de museus de diversos países. Aposenta-se formalmente da vida académica em 1968, embora continue ativo ainda por muitos anos.

Além de suas contribuições acadêmicas, Samuel Kramer desempenhou um papel fundamental na popularização do conhecimento sobre a Mesopotâmia, tornando acessíveis as histórias e mitologias antigas para um público mais amplo. O legado deixado por Kramer serviu de fonte de pesquisa para os escritores da era moderna, cada qual com sua própria teoria, na maioria das vezes equivocada. Dentre estes o que mais se sobressaiu foi sem dúvidas Zecharia Sitchin, economista e jornalista do Azerbaijão. Mas isso se deu mais devido ao sensacionalismo empregado do que a precisão da sua pesquisa.

Um dos erros cometidos por Sitchin consiste na associação indevida do epíteto “nibiru”, atribuído à Marduk na Babilônia e à Hórus no Egito, ao planeta de origem dos anunnaki.

O sentido etimológico da palavra em ambos os idiomas em momento algum faz alusão a um planeta habitável e sim à uma estrela.

Em egípcio Neb-Heru significa literalmente senhor (neb) sol (heru); Já o termo acadiano nibiru vem de né-bé-ru que significa: “ponto de cruzamento” termo astronômico para se referir ao solstício de verão, período do ano de grande relevância em diversas civilizações antigas.

Não o bastante, teorias ainda mais absurdas como a de que nibiru seria um planeta-nave veem povoando a internet, se espalhando como vírus em ambiente propício. Deparar-me com tais especulações fazem-me questionar qual a real intenção por trás deste tipo de empreitada. Confundir a humanidade ou descredibilizar de uma vez por todas o tema?

 Nunca o termo “nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno” fez tanto sentido para mim, de um lado temos os acadêmicos intransigentes e céticos no assunto e do outro sensacionalistas desprovidos de qualquer rigor científico ou bom senso em suas ponderações.

E como ficam aqueles que defende o caminho de meio e que pede atenção quanto à relevância que esses artefatos podem conter? Ficam no meio de um fogo cruzado, sendo malvistos por ambos os lados.

Ver o tema Anunnaki se popularizar na internet com essa velocidade me assusta, pois podemos estar de frente a um grande desserviço ao tema.

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